Imunização

O post de hoje é só para lembrar que já começou o processo de autorização junto às Secretarias de Saúde para imunização por meio do palivizumabe.

O que é o palivizumabe?

É um medicamento utilizado na prevenção da infecção pelo vírus sincicial respiratório, principal causa de bronquiolites e pneumonias em crianças de até 2 anos de idade, e uma das principais causas de hospitalização por infecção respiratória. Os quadros mais graves ocorrem em crianças que apresentam fatores de risco como doenças pulmonares, prematuridade ou doenças cardíacas congênitas.

Como o palivizumabe é administrado?

É administrado de forma semelhante a uma vacina, com aplicação intramuscular uma vez ao mês, por todo o período de maior risco de infecção (outono-inverno).

Custo

O custo aproximado do medicamento é de R$ 5.500 a dose, sendo necessárias cinco aplicações anuais. De acordo com a Portaria do Ministério da Saúde nº 522, de 13 de maio de 2013, o medicamento é garantido pelo SUS a todas as crianças que se enquadram no perfil de risco.

Quem pode receber o medicamento?

Crianças com menos de 1 ano de idade que nasceram prematuras com idade gestacional menor ou igual a 28 semanas.

Crianças com até 2 anos de idade com doença pulmonar crônica ou doença cardíaca congênita com repercussão hemodinâmica demonstrada.

Como devo proceder?

Você deve procurar a Secretaria de Saúde de seu município e apresentar os seguintes documentos:

Recém-nascido ou criança internada que preenche critério de uso:

Relatório médico com justificativa da solicitação, assinado por médico que atende o paciente.

Solicitação de doses pós-alta hospitalar:

Cópia da certidão de nascimento, comprovante de residência e do cartão SUS, para todos que preenchem critério de uso;

Pacientes prematuros devem anexar também cópia do relatório de alta hospitalar;

Pacientes cardiopatas devem anexar cópia do relatório médico com a descrição da cardiopatia, o grau de hipertensão pulmonar e os medicamentos utilizados.

No ano passado, precisamos travar uma luta para ter o direito de nossa filha garantido, pois os critérios que vinham sendo utilizados pelo estado em que moramos diferiam da Resolução Federal. Fomos à Defensoria Pública, à Imprensa, juntamos esforços com os amigos e conseguimos.

Esse ano, entramos com o processo junto à Farmácia de Minas e, para nossa surpresa, o parecer positivo saiu no mesmo dia. Uma feliz constatação de que o processo se acertou para cumprir exatamente o que é determinado.

Vamos, então, à primeira dose. E que nossa filha e as tantas outras crianças passe pelo inverno com tranquilidade e saúde, longe dos hospitais.

Para mais informações, acesso a portaria do Ministério da Saúde

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2013/prt0522_13_05_2013.html

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