Comunicação não-verbal

Depois do post de terça-feira, em que abordei meus aprendizados em torno da convivência com a paralisia cerebral, algumas pessoas enviaram mensagens me perguntando como é essa história da comunicação com a minha filha, que não fala. Instalou-se uma curiosidade em torno das maneiras que temos construído para que ela possa fazer entender suas vontades.

Então, aí vai um breve vídeo que exemplifica um de nossos códigos estabelecidos.
Vínhamos percebendo que, quando está com sede, Alice movimenta a língua em torno dos lábios. Então, fomos reforçando essa manifestação no dia a dia. Antes de dar-lhe um suco, por exemplo, perguntamos se ela está com sede, se quer tomá-lo, ao invés de enfiar-lhe o copo na boca e aguardar sua reação. Incentivamos que ela mexa os lábios para mostrar se quer ou não.

O resultado é esse registrado na filmagem. É simples, mas muito eficiente, e ajuda nossa filha a identificar e reconhecer seus desejos, para então encontrar suas vias de expressão.
E não é o desejo que move as conquistas?

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