Algumas leituras têm sido muito importantes para a compreensão do desafio da minha maternidade. Uma delas, em especial, é o livro “Longe da Árvore – pais, filhos e identidade”, de Andrew Solomon, que me foi indicado por mais de um amigo, e que me faz companhia ao lado da cabeceira da cama. São 800 páginas, o que pode parecer muito, mas, ao começar, logo desejei que houvesse ainda mais, que aquela leitura nunca terminasse. Então vou lendo sem pressa, sorvendo de cada página as palavras que vem me transformando e que, estou certa, me acompanharão a vida toda.

Por isso, compartilho com vocês uma crítica assinada pelo psicanalista Contardo Calligaris, que sintetiza brilhantemente a proposta de “Longe da árvore”, e que foi publicada no jornal Folha de S. Paulo em 2013.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/2013/10/1360907-longe-da-arvore.shtml

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