Celebrar e partilhar

No mês de agosto, minha filha Alice completa seu primeiro ano de vida. Ao longo desses doze meses, arrisco dizer que ela não viveu, ela venceu! Olho pra ela forte, cada dia mais esperta e interessada pelo mundo, e percebo que ela vai assumindo a forma e o tamanho de suas conquistas. Assim como ela, eu também reinventei meu propósito de vida, ou ganhei um que colocou as coisas em seu devido lugar. Acima de tudo, mãe, pai e filha vem protagonizando a transformação cotidiana da vida pelo amor.

Em adição, temos tido a alegria de conhecer muitas outras histórias de amor, protagonizadas por gente corajosa que vive a vida até o cabo da palavra. Ao nos colocar frente a frente com cada uma dessas pessoas, dessas histórias, nossa filha vem ampliando sua maneira de resignificar nossas vidas. E tem sido cada dia melhor!

Por conta disso, quero comemorar seu primeiro ano de vida com vocês. Quero dizer da minha gratidão por cada mensagem, cada afago, cada torcida, cada vibração, cada oração, cada história, cada partilha. Sinto uma felicidade enorme quando leio um recado que se refere a minha filha como “nossa Alice”, porque percebo o bem querer mútuo que nutrimos.

Mais ainda, quero celebrar o amor, nas suas diversas formas de expressão, porque o melhor que posso querer oferecer à Alice é um mundo amoroso. Por isso a ideia de abrir nosso espaço de interação diária para compartilhar histórias de quem quiser falar de amor, de amorosidade, de amar. Vale tudo: história de avós, tios, primos, irmãos, marido, esposa, filhos. Vale carta de amor, foto, música, poema. Vale história antiga, passada de geração em geração, vale caso novinho, acontecido ontem. Vale registro longo, vale só um bilhetinho. Só há dois critérios: que se fale de amor, e que seja real, verdadeiro. Vamos falar daquele amor com o qual a gente trabalha, viaja, prepara um almoço, cuida de um parente, acolhe um amigo. Aquele amor que é nosso pão de todo dia, que alimenta a alma para os enfrentamentos da vida.

A ideia é publicar 12 histórias (o equivalente a uma para cada mês de vida da Alice). Não tenho ideia se esse desejo de partilha será também de vocês, se vão mandar histórias, se serão 12, nenhuma ou muito mais! O que sei é que, para falar de amor, é preciso vivê-lo, e esse, sim, é um presente que podemos nos dar diariamente.

Se for preciso um empurrãozinho pra você querer abrir o coração, antecipo que encomendei e preparei mimos singelos, mas muito especiais. São diários (moleskines), caixas de bons sentimentos e marcadores de livros. Todos feitos artesanalmente, cheios de cores, de formas, de vida, como é a história de amor de cada um. Enviando o registro amoroso e seu endereço, despacho o presentinho pra você, com uma dose de gratidão e outra de amor.

Feito o convite!

P.S.1: Ah! Esta ação não é vedada aos familiares da Alice, tá?! ; )
P.S.2: A história pode ser enviada por mensagem fechada aqui na página, até 10 de agosto.

cadernos

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