2º COMPÊNDIO AMOROSO

(Telma Silva, ainda vou achar outra forma de fazer este post menos longo…)

É impressionante como reproduzimos com nossos filhos a ternura e o amor que recebemos dos nossos pais. Minha pequena tem 4 anos. Tem 4 anos também que não posso abraçar, dançar e cantar com meu pai, coisas que fazíamos constantemente na minha casa de infância. Mas por que não tê-lo de volta nas músicas, no seu velho toca discos? E fazemos isso sempre. E ele volta a estar conosco
Érika Souza

Em um breve momento o tempo me pareceu eterno… Lembrei-me de meus pais, meus filhos e vejo que levo meu neto às gargalhadas, dançando com ele… Que delícia de vida! Só mesmo fazendo uma oração ao tempo! Até busquei o rádio da minha casa para materializar o momento do qual você e Alice me fizeram recordar… Gracias!!!
Cláudia Lima

Mari, eu venho lendo desde o início e não escrevi nada até hoje. Não que eu não tenha tido vontade, mas porque acho/achava que não tenho/tinha nada a dizer que esteja/estivesse à altura do que penso que você esteja travando. Mas hoje pensei que na verdade não tem essa de estar à altura, porque o que você disse è que a sua luta também é semelhante à luta que cada um de nós trava com os seus próprios limites, defesas, contradições e desafios. Confesso que hoje especialmente, mais uma vez um cadinho de lágrimas encheu meus olhos após ler o seu post, mas mais uma vez porque me solidarizei com sua batalha. Parabéns pela coragem e pela capacidade de elaboração. Eu acredito muito que esse é o maior exercício e o que nos faz andar pra frente. E a palavra é sempre a grande aliada da elaboração, sem ela não existe como percorrer o caminho! Beijo grande!
Sinval Espírito Santo

É muito bom ler suas reflexões. A todas nós, mães que vivenciam a maternidade de forma menos convencional, por assim dizer, falta um espaço ou momento para falarmos sobre nossos medos e nossa coragem. Se todas as mães são corajosas por natureza, tenho certeza de que algumas são mais exigidas. A chegada do meu filho e os desafios enfrentados não estavam programados, não tem protocolo definido, não tem explicação racional. Costumo dizer que vivemos no limite mais alto da fé, para que ela seja maior que o medo. E sinto falta de poder falar sobre as angústias que vivi calada e das comemorações por coisas tão simples e naturais para a maioria. Obrigada por me propiciar reflexões com sua boa escrita.
Anelise Castro

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